quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Posição do trabalho na minha vida – Assiduidade – Pontualidade - Reclamação

A empresa quer que eu me doe por inteiro ao trabalho, mas para isso tenho que abrir mão da minha vida. E eu pergunto: O que é mais importante?
Não gosto de fazer degraus acerca do que seja mais importante na minha vida. Pra mim, estabelecer prioridades é utopia, diante das constantes mudanças que o futuro nos reserva. O mais importante é encontrar um equilíbrio entre responsabilidades de trabalho e vida pessoal.
Acredito que quando uma pessoa pensa que é capaz de abrir mão de desafios pessoais para aceitar os desafios no trabalho, com o passar do tempo percebe que seu trabalho e vida estão fora de esquadro, e sem perceber cria um sistema “adequado”,     que funciona desde que se considere o trabalho em primeiro lugar e tudo o mais em segundo plano, terceiro ou nem considere.
É importante perceber que o balanço é viver uma vida mais rica e intensa – e que seja mais agradável e significativa. Isso implica que tem que ter o trabalho na perspectiva de uma das muitas coisas em que você quer se destacar, mas não o que define quem você é.
 Eu busco o equilíbrio: de ter compromissos externos e tratá-los com o mesmo nível de dedicação que dou ao trabalho. Muita gente acha que equilíbrio entre vida pessoal e trabalho é um problema pessoal a ser resolvido, e por isso as pessoas que expõem esse pensamento publicamente ficam aprisionadas, ambivalentes, rotuladas de não compromissadas e incompetentes. É assim que me sinto no momento já em tão pouco tempo de empresa.
Contudo, eu não vou deixar o trabalho tomar todo o meu tempo e as minhas energias, procuro alcançar o máximo de resultados positivos no tempo em que me é determinado sem distrações ou enganação, mas não posso fazer nada alem da minha capacidade humana, mesmo sabendo que fazendo isso, afetará na forma como os colegas da empresa me vê e no resultado aos cargos que aspiro.
Sei que a busca por uma vida equilibrada pode dar uma leve ofuscada no meu brilho, ou até ativar a percepção de que estou na função errada ou na empresa errada. Entretanto, toda a paixão que eu dedicar ao trabalho e a alegria que adquiro criando e colaborando com outros, no fim do dia, é apenas um emprego. Ele não vai me abraçar quando eu estiver triste, não cuida de mim quando estou doente (muito pelo contrário me cobra para ficar saudável como se eu que escolhesse ficar doente) e certamente não dará o amor e atenção que minha filha precisa e não irá cuidar de mim quando eu for mais velha.
Quanto a assiduidade, não vejo motivo de reclamações o que eu vejo são pré-julgamentos infundados que pessoas que não procuram saber a verdade e acreditam em boatos.Sei que muita gente que não está em condições faz um esforço adicional para ir trabalhar pra não causar má impressão, desconfianças ou para não sobrecarregar os colegas, há várias pesquisas nesse sentido é um novo fenômeno chamado presenteísmo. Eu não me preocupo com isso, pra mim a saúde não tem preço e se eu não estiver a 100% dificilmente conseguirei levar a minha vida profissional avante. Além do mais algumas doenças não afetam apenas a minha produtividade e o meu trabalho, mas também o dos meus colegas, que podem facilmente contagiar. Acredito que o que há na verdade não é a falta de assiduidade e compromisso da minha parte e sim falta de diálogo e confiança por parte da equipe.
Quanto a pontualidade, desde o inicio eu manifestei o meu desejo de trabalhar apenas a quantidade de horas estabelecidas no edital e acordo coletivo: 6 horas. Sempre procuro almoçar nos exatos 15 minutos e durante o expediente tento não ter conversas paralelas ou me desconcentrar das minhas tarefas. Quando no final do dia verifico que tem várias pendências para o dia seguinte procuro chegar mais cedo e ir adiantando o trabalho, para caso seja necessário ficar alguma hora extra sem sair muito tarde. Procuro sempre cumprir as tarefas determinadas e tento honrar todos os compromissos com a maior brevidade possível.
Quanto a reclamação de clientes, o problema não foi reclamar da minha pessoa e sim do serviço da empresa esperado pelo cliente que está designado a mim e que não pôde ser feito diante da minha ausência por motivo de saúde. A reclamação foi para a empresa em geral. E entendo que o motivo não seja falta de gestão, mas sim de funcionários diante de toda a demanda da agência. Problema que não cabe apenas aos que trabalham no PV resolver e sim a superintendência.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Exagerado

Nessa época do ano, acontece em Fortaleza o carnaval fora de época chamado de FORTAL, um carnaval baiano fora de época.
O que muitos não entendem (a maioria cearense que não tem em sua cultura o axé) é que não se trata apenas de uma fabrica de ganhar dinheiro, para muitas pessoas são quatro dias que elas podem "sair da linha" sem que isso não influencie suas atividades rotineiras. Mas a maneira mais interessante que eu vi de se dizer isso foi no Blog de um amigo.

Em um trecho o escritor dá a sua opinião de forma genial:
"Se você quer se comportar de forma instintiva, sem necessariamente estabelecer nenhuma ligação consciente de alteridade com uma multidão de pessoas, é o local ideal para se exercer o individualismo narcisista"   http://lobofrontal.blogspot.com.br/2012/07/o-fortal-agimos-como-se-nao-soubessemos.html


Como cantava o grande músico Cazuza: "Exagerado... eu sou mesmo exagerado..."


Bem o Cazuza falava do amor e eu falo de mim.
Muitos momentos tudo tem que ser no extremo, explicando melhor: se eu for estudar tem que ser demais, se eu for curtir quero o melhor, se eu decidir beber não será apenas uma dose e quando me apaixono também. Tudo muito intenso, todos os sentimentos, alegrias e tristezas.


Para aqueles que não gostam do estilo axé, o Fortal é apenas pessoas sem noção do ridículo que exagera na bebida, passa a noite pulando e o dia na ressaca moral pensando nas besteiras que fez.... Fortal é mais que isso! É um momento que ocorre uma vez por ano e me permite ser feliz, bebendo, pulando, dançando e conhecendo muitas pessoas do resto do Brasil.


Para evitar problemas familiares resolvi solicitar a opinião dos mais velhos. E o que eu escutei foi: pode ir com amigos, sem beber e volte cedo. O que? me perguntei por dentro. Qual a graça?
Três coisas inviáveis: 


Primeiro porque tenho um número de amigos que podem ser contados nos dedos das mão, os que não estão casados e com filhos, estão preocupados demais com concursos públicos e não saem de casa, no máximo vão para um restaurante pra dizer que isso é sair e a conversa na mesa não passa de concursos e direito.


Segundo eu sou muito tímida para pular e dançar como se nada importasse sem a ajuda do álcool e ele também me deixa uma pessoa mais simpática.


Terceiro se eu vou pagar uma fortuna eu tenho que fazer valer cada centavo investido porque se eu sair antes não devolverão meu dinheiro e quanto mais demorar pra acabar mais eu vou aproveitar um momento único.


A graça pra mim é estar num lugar onde ninguém me conhece e não se preocupa comigo, onde eu posso fazer qualquer coisa que não vai ser ridículo e não vou ser criticada por isso e se a festa só termina de manhã, quero chegar de manhã como se fosse o último porque todo segundo é importante e pode ser realmente o último, pois a morte não vem com hora marcada. E essa graça, desse momento, só ocorre duas vezes no ano (Fortal e Carnaval de Salvador)


No momento em que eu abri mão de mim e fiquei em casa, recebi um convite para ir ao Orbita (boate com música eletrônica e rock). Pensei: curtir rock e musica eletrônica (coisa que eu detesto) é coisa de adulto? 
Eu senti o peso de um preconceito sem tamanho por receber um tratamento diferenciado pelo meu gosto de estilo musical.


O melhor é a liberdade e a despreocupação. Tem gente que passa vários anos se programando pra poder curtir esse evento e eu estou do lado dele e não posso, tenho que deixar as pessoas preconceituosas que me amam mas não me entendem despreocupadas e felizes.


Para eles, não adianta eu ser responsável no trabalho, concluir um curso de direito, estudar pra concursos e criar uma filha sozinha, se a minha concepção de diversão e o modus operandi  não é o que eles espera de pessoas maduras.


Escutei Ainda: "Lá não tem pessoas da sua idade, apenas adolescentes você não tem mais idade pra estar fazendo isso. Não tem pessoas do seu nível. E não é num ambiente como esse que você vai encontrar o amor da sua vida"
As pessoas precisam ser taxadas pro nível e idades e locais onde frequenta? Isso é tão tradicionalista! E ao mesmo tempo, Revoltante! Por isso que o Brasil não vai pra frente porque as pessoas não podem ser quem elas querem ser, elas só podem enquanto são adolescentes, porque os outros vão dizer: "são só garotos e não sabem o que fazem, isso passa", mas como adultas elas não podem e se fizerem são ridicularizadas. 
A sociedade quer que ela seja controlada, responsável e se divirta com chá inglês. 


Ainda estamos muito longe de uma evolução. Me sinto na pré-historia enquanto os países de primeiro mundo estão ano luz da nossa evolução. Então quando eu digo que quero voltar pro primeiro mundo, o pessoal só falta enfartar.
Pobre de mim que não sei ser narcisista e virar as costas pra todo mundo e cuidar dos meus interesses, da minha vida. Procuro sempre deixar aqueles que amam felizes, esquecendo até de mim. E por isso levo uma vida odiosa, sem sentido, com contagem regressiva para que o fim chegue depressa.


Mas no fim tudo fica do mesmo jeito porque sou exagerada: amo como se não houvesse amanhã,  me divirto como se fosse a última vez, mas quando o assunto é trabalho e estudo também sei ser intensa, quando eu quero e estou inspirada pra isso, às vezes não adianta forçar a barra por obrigação.
Uma vez uma psicóloga me falou que todo mundo tem que equilibrar a vida na balança diversão e obrigação, senão fica impossível viver. Posso garantir que o prato da diversão anda vazio...


Sou uma pessoa sensível e a sensibilidade me faz ser exagerada. Bem como incompreendida.
Eu só queria aprender a ser mais egoísta e me importar menos com os outros. Porque se isso leva à solidão, eu já carrego esse ônus a um tempo, mas cadê o bônus?

sábado, 23 de junho de 2012

Meu vício agora



Não vou mais falar de amor, de dor, de coração, de ilusão
Não vou mais falar de sol, do mar, da rua, da lua ou da solidão
Meu vício agora é a madrugada, o passar do tempo...
Movimento, é o vento, é voar...é voar
Não vou mais verter lágrimas baratas sem nenhum porquê. E mesmo assim fica interessante, não ser o avesso do que eu era antes. De agora em diante ficarei assim...
Desedificante...
Hoje não precisei escrever, porque a Banda Kid Abelha escreveu por mim...
Finalmente férias eternas do lugar que eu odiava estar: UNIFOR!!! Nada de boas lembranças!!!
Agora é o início de uma nova vida: Guitarra, violão, provas, videogames e televisão!!!
Agora, na minha vida não existe mais lugar para paixão.
Rock and Roll com kid abelha, engenheiros e legião

terça-feira, 22 de maio de 2012

O Fim da série HOUSE

Introdução: 
Por que mentimos? Mentimos por ser útil.
A verdade começa com mentiras. Pense nisso.



House fez parte da minha vida pouco depois da série chegar a 4ª temporada. Por muitas vezes senti o que House sentia, sempre tive o sentimento de tristeza, de sentir que não posso ser amada, mas diferente do personagem não conseguia fazer piadas com as situações. Não chegava a ser tão sarcástica. Ao contrário, me derramei em lágrimas em muitos episódios...
As temporadas foram avançando e a minha semelhança também, House era um espelho para mim, quando ele conseguiu ter um romance com a mulher dos seus sonhos, eu também tive um sonho tornado realidade, quando ela terminou com ele e ele ficou super mal, eu também estava na mesma situação. Bem eu não cheguei a ser presa, mas pensei que ia enlouquecer... Até green card chegou na série!!! Uau we´ve got so many things in common! Depois a série chegou ao fim.
Mas esse post não é para falar de mim e sim de House!

Essa série maravilhosa que me acompanhou por anos e fechou com chave de ouro. Quando bater a saudade assistirei novamente para lembrar os bons e maus conselhos... Essa é minha maneira de dizer adeus, uma singela homenagem de fã.
No natal de 2011 uma das opções de presente que dei ao meu “amigo secreto” foi o Livro: O guia oficial de House - Ian Jackman e foi o que eu ganhei.
Ao lê-lo sublinhei algumas partes que me chamaram atenção que define exatamente porque eu AMO essa série.

Prefácio com palavras de Hugh Laurie:
“Pode-se afirmar que a aversão de House a tudo que é pólio e eufemístico fornece ao público mais velho algum alívio diante da hipocrisia do politicamente correto de nosso tempo; também se poderia alegar que ele atrai um público mais jovem por ser antiautoritário, que é como os jovens veem a si mesmos, embora raramente o sejam.”
“Ele pode ser jogar num rio; pode sair em busca da felicidade, como alguém já disse memoravelmente; ou pode fazer piadas sobre isso.”
“Aliviar o sofrimento e fazer a coisa certa são regras que House é obrigado a respeitar; mas ele as cumpre de má vontade, com incerteza, suspeitando de que nada vale a pena, de que tudo não passa de vaidade.”

Fica a dica:
House vale a pena experimentar... não é muito mais que um saco de muffins, mas nunca se sabe – você pode achá-lo interessante.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Meu momento

A menina que gosta de sorrir, de dançar e de cantar.

A menina que se ilude fácil, que até hoje não esquece o primeiro beijo e que toda noite chora pensando no futuro.

A menina que é bastante complicada, que às vezes confundi amor com amizade e que confia plenamente nos amigos.

A menina que tem esperança de encontrar seu príncipe encantado, que sonha em se formar em DIREITO e que não vive sem internet.

A menina que ama matemática, não gosta de português e que não gosta nem um pouco de química.

A menina que não gosta de regras e que odeia as atividades domiciliares.

 A menina que às vezes é bastante sensível e que chora por qualquer coisinha.

A menina que odeia segunda-feira e acordar cedo.

A menina que se apaixona fácil, que chora ao ouvir musica romântica e que de vez em quando fica de T.P.M.

Enfim, a menina que designa todas as características de uma adolescente sonhadora e que no fundo, quem sabe, ainda acredite em de contos de fadas !!!

domingo, 8 de abril de 2012

Concursos Públicos

Depois de muito tempo falando em concursos públicos decidi analisá-lo na minha vida. Por que eu escolhi ser concurseira? E cheguei as seguintes conclusões:

1. Ser uma pessoa sem autoestima. Passar no concurso significa eu posso. Eu sou melhor que você. Eu não sou um nada, olha onde cheguei e posso ir mais longe se eu quiser. Apenas preciso mostrar para as pessoas que eu não sou inútil e que eu sou capaz.
Não me interessa o cargo, o salário e sim o quão difícil é passar na prova, isso é muito mais gratificador, mas também é momentâneo.

2. Por me achar uma ostra, que não abre a sua concha assim tão facilmente, nunca me imaginária sendo classificada em provas subjetivas (entrevistas de emprego privado), acredito fielmente que não conseguiria o mais simples dos trabalhos através de entrevistas. Imagina só um futuro chefe lendo o meu Blog! Receberia um carimbo de rejeitada, sem dúvida alguma. Então, a opção ser classificada por uma prova objetiva, parecia mais lógico para eu poder ser alguma coisa.

3. A longo prazo podemos falar do que todos falam, estabilidade financeira etc. Mas essa ainda não chega a ser a questão. Penso mesmo é caso eu encontre antigos colegas de escola primária ou secundária ou até faculdade mesmo e seja cumprimentada com a seguinte pergunta: “E aí, o que você está fazendo da vida?” É muito bom poder abrir a boca e dizer sou servidor público e você? Isso é o que nós podemos chamar de status, mas não precisa ter ar de superioridade, apenas de igualdade. Só não quero ser marginal, no sentido de estar a margem da sociedade.

4. Mas apesar de tantos motivos tenho um em especial, só meu que salta aos olhos, se sobressai e para mim é mais importante que todos e quaisquer itens que aqui eu possa escrever: A DESCULPA!!!
Estudando posso fugir de problemas, esqueço o mundo real e entro no mundo literal das leis, tento fazer com que nada tire a minha concentração e procuro guardar na memória apenas legislação, limpa e seca. Fazendo relação com a vida, fica tudo superficial. Acordar, comer, estudar, dormir. Sem interpretações ou aprofundamentos.
Esqueço o resto, como se mais nada na vida importasse. Nos auges dos estudos eu me torno um ser sem vida, sem pensamentos, tentando tirar toda a dor. Aparentemente fico parecendo uma pessoa normal que está galgando um cargo público e se esforçando para cumprir o seu objetivo. Mas não é nada disso!

Vou traduzir o meu código de concurseira:

“Preciso Estudar”: Estou com problemas e quero fugir deles.

“Estou estudando”: Não aguento mais os meus problemas, estou correndo deles.

“Tem um concurso muito bom agora, vou focar”: Saí da realidade e fugi dos problemas.

“Não posso, tenho que estudar”: A resposta do meu coração é sim, era tudo o que eu mais queria, mas por algum motivo preciso dizer não.

“Não falo de estudo nenhum segundo e deixo qualquer coisa de lado por uma diversão”: Aí sim, estou sendo FELIZ!!!

Financeiramente eu não tenho mais nenhum motivo pra ser concurseira, eu já atingi meu objetivo, já passei em vários concursos, poderia parar por aí, mas psicologicamente não posso, pois ainda não aprendi outra maneira de me esconder.

domingo, 6 de novembro de 2011

Irritabilidade emocional

Desde que interrompi meu tratamento psiquiátrico, me sinto insuportável.

Tenho tido surtos de melindre emocional, sinto que minhas emoções estão mais afetadas do que o normal, com muitos ataques de impaciência e irritabilidade, sobretudo com as pessoas mais íntimas, como familiares, amigos mais próximos e amores. Bem, vamos desconsiderar os dois últimos porque eles simplesmente não existem.

Vivo em dias defensivos, tenho a impressão que os outros pensam que estou reagindo exageradamente a tudo, ou se portando como um cão que não quer largar o osso.
De fato, não se trata apenas de mim, quase ninguém gosta que os outros fiquem invadindo territórios, mexendo nas coisas pessoais, bisbilhotando.
Estou num momento que simplesmente não dá para agüentar, então simplesmente EXPLODO. Estou a todo momento “por um fio”, “no limite”.

Chego a me perguntar se as chateações e mágoas que estou sentindo nestes dias deveriam ser tão intensas? Se eu não estaria exagerando?
Mas simplesmente não consigo controlar e acabo transmitindo uma raiva maior do que na verdade estou sentindo. Nem sempre passamos o que queremos.

Estou tentando redobrar - ou melhor, triplicar a atenção para não explodir desnecessariamente, ou se condoer demais com algo absolutamente tolo como: Brigas por questões territoriais – “quem pegou minha caneta?" "Saia do meu quarto!" “cadê a chave do carro?" "Arruma essa bangunça!" "Já falei mais de mil vezes...!" etc.

Pobre Sarah, sei que qualquer coisa errada que ela fizer nesse tempo a culpada sou eu, por simplesmente não conseguir ter um pouco mais de paciência.

Mas, felizes são aqueles que eu risquei da minha vida e os matei da minha mente e do meu coração, pois verdadeira é a frase: "Se algumas pessoas se afastarem da sua vida, não fique triste. É apenas a resposta da oração, quando pedimos: "Livrai-nos de todo mal." Amém!

domingo, 16 de outubro de 2011

Desabafo

Desabafo
sexta, 30 de outubro de 2009 às 19:04

"Sempre que eu olho pra trás eu fico feliz de ter dividido muita coisa contigo e como o valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem...
Apesar de tudo o que aconteceu, todas as mudanças, existe a essência que não muda e é a ela que eu sou apegada “

Queria ter o que nunca tive: você do meu lado.
Sei que desculpas não mudariam em nada.
Queria poder voltar no tempo e fazer diferente, mas não dá.
Então só me resta seguir Chico Xavier

"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim." Chico Xavier

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O que tinha que ser feito

O que tinha que ser feito
quarta, 10 de março de 2010 às 09:18

Finalmente tomei a decisão correta: terminei o namoro.
Talvez venha a pergunta por que terminar o namoro é tomar a decisão correta. Respondo.
É correto porque começou errado, porque nunca houve sentimento. Esse namoro só se iniciou por motivos pessoais.
Eu gostava muito de alguém e esse alguém não ligava pra mim, quis dizer: “Não preciso de você”, mas não é assim que a vida funciona.
Depois esse alguém começou a namorar e vai continuar pois o motivo pra esse alguém namorar foi um sentimento verdadeiro e não a solidão.
Não posso dizer que perdi algo porque eu não tinha nada. Era apenas cômodo pra mim dizer que tinha alguém que queria estar do meu lado, mas mesmo assim a solidão nunca me abandonou e estava do meu lado durante todo esse tempo.
Hoje apenas espero viver com a solidão porque esse alguém foi a ultima pessoa por quem eu realmente me apaixonei.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Impossibilidades possíveis

Impossibilidades possíveis
quarta, 10 de fevereiro de 2010 às 17:34

Você um dia entrou na sala onde eu estava assistindo aula
Impossível não te notar
Mas ao mesmo tempo meu coração dizia que era impossível eu te conquistar.
Ironia do destino,
Você entrou na minha vida
Impossível não se envolver.
Você foi embora,
Voltou para os braços de quem te tinha no momento em que te vi pela primeira vez quando eu sabia que não poderia tê-lo.
Impossível não sofrer.
Hoje queria apenas que você fosse aquele rosto bonito que estava entrando na aula longe de mim, longe da minha vida.
Mas eu não tenho como apagar o sonho que por um tempo se tornou realidade.
Tudo o que é possível fazer no momento seria: deslocar o incurável do centro das atenções.
E isso eu ainda não consegui fazer.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

UM VISLUMBRE DO FIM




Eu descobri que eu não sei perder.

Eu não sei dar a volta por cima e seguir em frente.

Me impressiono de como as pessoas conseguem.

Sinto como se as pessoas tratassem as outras como um objeto. E um objeto sem valor, como um copo de vidro que escorrega da Mao e cai no chão partindo em pedaços que não servem mais pra nada, elas simplesmente colocam o copo no lixo e pega um novo.

Ainda me impressiona aquelas que dão mais valor aos objetos que as pessoas.

Eu costumo guardar na memória todos aqueles que um dia me cativaram e caíram no meu gosto, conseguindo o meu respeito e minha atenção.

Sinto como se tivesse dado o máximo de mim e as pessoas simplesmente me deixaram pra trás ou me substituíram por me acharem... Inservível, talvez. Isso já é especulação.

No meu silêncio relembro os bons momentos de minha vida e me entristeço ao ver quantas pessoas se foram.

Nas minhas palavras demonstro a minha dor por não suportar perder pessoas queridas e acompanhar as voltas que o mundo dá.

As pessoas parecem ondas do mar, vem e vão, sempre diferentes e eu só consigo ver de fora com medo da maré.

Um dia eu me doei: na amizade, na paixão, no amor... Me doei ao próximo.

Todos apenas me mostraram que em algum momento eu seria mais uma pessoa que passou como chuva de verão, um copo que quebrou e foi jogado no lixo em pedaços.

As pessoas me mostraram ainda que poderiam ser muito felizes na vida sem a minha presença. Nessa hora percebo que a minha vida não vale nada e não tem sentido.
Hoje quem te dá um sorriso, amanhã te deixará com lágrimas e ainda te mostrará o quanto pode ser feliz sem você.

Isso é o mundo em que vivemos.

Tentando encarar os fatos, concluo:
Não sei viver!

Mas, infelizmente, diferente de Kurt Cobain: "No I don't have a gun..."

domingo, 28 de agosto de 2011

O Tempo passou

O tempo passou
Segunda, 19 de abril de 2010 às 14:12

Já faz um ano, o tempo passa depressa, não?
No ano passado, nessa época, eu estava inaugurando um blog pra escrever pra você.
Eu estava me permitindo sonhar histórias de amor.
Eu lutei e investi tudo para tê-lo ao meu lado.
Parece que foi ontem, nossas tímidas conversas, nosso primeiro beijo e o silencio que sempre chegava depois.
Parece que foi ontem que você ficava comigo e depois dizia não quero, mas acompanhava tudo o que eu escrevia e sempre estava do meu lado. E eu, sempre na dúvida se as palavras escritas por você eram pra mim ou não.
Ficava com raiva de mim mesmo porque você sabia tudo o que eu escrevia era pra você.
Ficava com raiva de mim mesmo porque eu queria fingir que não ligava, mas o meu olhar me entregava.
Você sempre na certeza, eu sempre na dúvida.
O tempo inteiro eu repetia pra mim que você não gostava de mim, que você só queria curtir e sempre achei que existiam outras mulheres que você seduzia e beijava.
Ate o dia em que eu te perdi de vez e percebi que talvez eu tivesse conseguido te conquistar um pouco. Mas, o que eu levei meses pra construir, eu destruí em segundos.
Não me perdoei!
E hoje estou aqui, no luto de um ano para o relacionamento que verdadeiramente eu queria que tivesse dado certo.
Tudo o que me restou foi uma história inacabada e um livro não terminado.
Um livro que eu escrevi pra você!
Não existirá nós, mas também não existirá ninguém depois de você.
Não quero mais cometer erros. Não pretendo me envolver, nem arriscar. É muito perigoso! A dor é muito grande!
Você foi a última pessoa que eu ousei me apaixonar.

domingo, 17 de julho de 2011

Ser Forte

é tentar esquecer, mesmo te amando.

É ter que falar com você sem olhar nos seus olhos para não transparecer o meu amor.

É vê-lo com outra e ter que ficar calada, é não correr para seus braços e implorar para que fique comigo.

É não deixar cair uma lágrima sabendo notícias suas, e se alguém me perguntar 'Você ainda gosta dele?'

Ser forte é responder que não sinto nada por você, mesmo que minha vontade seja gritar para o mundo que ainda te amo.

Ser forte é chorar escondido e sorrir na sua frente, é sonhar com você e acordar descobrindo que tudo não passou de um sonho,

é tentar tirar você da minha cabeça, sabendo que nunca tirarei você do meu coração.

A distância, permite o afastamento, mais nunca o esquecimento, assim como o tempo não cura nada, apenas desloca o incurável do centro das atenções.

domingo, 10 de julho de 2011

Aonde está você agora

Essa frase marcou a minha vida para sempre:
"Uma lágrima escorrida, parecendo uma mar de sal. Chorar faz parte da vida. Haverá um bom final."


Aprendi numa peça de teatro muito especial apresentada na Unifor em 2010 com a música:
Vento No Litoral - Legião Urbana - Composição: Renato Russo

De tarde quero descansar
Chegar até a praia e ver
Se o vento ainda esta forte
E vai ser bom subir nas pedras

Sei que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando
Tudo embora...

Agora está tão longe
ver a linha do horizonte me distrai
Dos nossos planos é que tenho mais saudade
Quando olhávamos juntos
Na mesma direção
Aonde está você agora
Alem de aqui dentro de mim...

Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você esta comigo
O tempo todo
E quando vejo o mar
Existe algo que diz
Que a vida continua
E se entregar é uma bobagem...

Já que você não está aqui
O que posso fazer
É cuidar de mim
Quero ser feliz ao menos,
Lembra que o plano
Era ficarmos bem...

Eieieieiei!
Olha só o que eu achei
Humrun
Cavalos-marinhos...

Sei que faço isso
Pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando
Tudo embora...

Como canta o Renato: Aonde está você agora, além de aqui dentro de mim.
Nunca vou esquecer esse dia e nem quem estava do meu lado.
É dificil viver com as peças que a vida nos prega e com as decepções que as pessoas nos causam.
Só queria que tudo fosse diferente...

sábado, 18 de junho de 2011

Brasil o país de alguns, não o meu.

Em 2004 cometi um erro: Voltei para o Brasil!
Chorei muito, pois desde o longo deslocamento no avião sabia que não ia ser fácil. Mas, respirei fundo e encarei acreditando que naquele momento essa decisão parecia ser a única solução para os meus problemas.

Fiz faculdade, trabalhei, estudei pra concursos e obtive resultados "satisfatórios": naqueles que não valiam a pena! Que não eram suficientes para a minha sobrevivência nesse país.

Sempre escutei reclamações, apesar de todo o meu esforço. Nos concursos por mais que eu estudasse e me dedicasse nunca era suficiente; nos trabalhos medíocre que sempre tive por mais que eu "vestisse a camisa da empresa" sempre procuravam falhas e defeitos pra me derrubar mesmo eu estando apenas no primeiro degrau da escada; na familia a sensação de "morar de favor", de não ser bem vinda só cresceu com o tempo; e, na faculdade, no ultimo ano, percebi que estava no curso errado, que não tinha nada a ver com a minha pessoa e ainda me decepcionei com quase todas que eu convivi no ambiente universitário, amizades que pareciam ser verdadeiras se desfizeram como o gelo no calor.

Durante 07 anos me senti numa prisão, onde não importasse o que eu fizesse de bom, qualquer deslize seria apontado para a minha cara. No mais certo que eu tentasse viver, alguém procurava, até achar, um errinho, do menor que fosse, para dizer que eu sou irresponsável e inconsequente, que faço as coisas precipitadamente, sem pensar. Algumas vezes esse erro nem existia, mas diante de qualquer situação ocorrida sempre ficavam esperando eu errar.

E, tudo isso causado por apenas um erro: Ter voltado para o Brasil!

A faculdade só me serviu para gastar dinheiro, por ter um custo muito alto e ter decepções. Estudei muito para passar num concurso e ter um bom emprego, em vão. Nunca obtive resultados satisfatórios.

Então tomei uma decisão: vou consertar o erro inicial e voltar para o meu lugar de onde eu nunca deveria ter saído. Eu deveria ter enfrentado tudo, até enquanto eu pudesse respirar e o meu coração bater.

Que se dane a faculdade, o trabalho, o Brasil e as pessoas que nele residem!
É isso agora que vou fazer, encarar a realidade de frente e todos os meus problemas no lugar onde o meu coração está.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Variações do meu ser

Talvez um dia eu soubesse que eu sou, mas hoje eu não sei. E não é o meio em que vivo que vai me ajudar a achar essa definição.

Talvez um dia eu tenha sido feliz, mas não é o que acontece há muito tempo. E não são as pessoas que estão ao meu redor que vão me trazer de volta a felicidade.

Se eu não me conheço, como podem os outros querer me conhecer e me definir?
Nenhuma palavra, nenhum texto, nenhum livro é capaz de falar de mim e explicar mudanças, atitudes e decisões.

Eu sou simplesmente eu, um ser indefinido, complexo e mutável, que não cabe rótulos, apenas estou de passagem por aqui e por qualquer lugar que for.

Ninguém pode julgar se as minhas atitudes são certas ou erradas, podem apenas compará-las se são iguais ou diferentes das atitudes das massas e, aceitá-las, ou não, se aproximando ou se afastando de mim.

Não estou aqui pra ser histórias pra contar, pra agradar, pra trazer felicidade ou ajudar, nem tampouco o contrário.

No momento eu apenas sou e estou, amanhã é um outro dia, tudo pode mudar.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Que a chuva traga alivio imediato

e me ajude a esconder as lágrimas que insistem em sair dos meus olhos, por conta da dor que nenhum médico pode curar.

Os pensamentos vão longe, mas as conclusões são precisas.

É triste saber e ter a certeza que eu vou passar a minha vida toda sozinha.

Dói gostar de alguém que nunca vai me ver da forma como eu gostaria. Achei que tinha encontrado a pessoa perfeita e descobri que eu sou imperfeita demais pra ela.

E que apesar de ter algumas qualidades os meus defeitos se sobressaem em todos aqueles que me conhecem. Nunca me deram uma chance de tentar mudar, de me ajudar a melhorar. Defeitos podem ser consertados, melhorados, mas ninguém que isso. Querem encontrar tudo pronto. Ou são apenas desculpas?

Quando Lulu Santos canta: “Quando um certo alguém desperta o sentimento, é melhor não resistir e se entregar...” e alguém resolve escutar o resultado é um imenso buraco no lado esquerdo do meu peito de alguém que me arranca o coração com as mãos, usando as palavras.

Dói perceber que toda a minha vida foi um caos, que ninguém nunca gostou de mim de verdade e que os relacionamentos que eu quis “amar pelos dois” terminaram de forma trágica.

É triste guardar um cemitério na cabeça.

É triste ver que meu ultimo relacionamento não foi uma historia de amor e sim um circo que não me ensinou nada, apenas transformou meu coração em pequenos pedaços de cristais quebrados impossíveis de se recomporem e me fez desacretidar no amor.

Mesmo assim, teimosa, acabei por gostar de alguém e tentei mais uma vez, começando diferente, sendo sincera, sem jogos e brincadeiras e mais uma vez me machuquei. Antes mesmo de ter um relacionamento.

Amor é coisa para crianças, contos de fadas, filmes e novelas. Não existem na vida real. Pelo menos não na minha! Se existe na sua, escute Kid Abelha: “Jogue suas mãos para o céu e agradeça...”

Minha vida, minha história, só existiu ilusão acompanhadas das desilusões.

É triste sentir-se desiludida. O mundo parece acabar, o chão parece se abrir, o pensamento fica longe e incompreensível. Como palavras soltas que se transformam em frases esparsas.

Não vale a pena amar as pessoas como se não houvesse amanhã, pois ele chega e é escuro, solitário e sombrio.

Todos nós nascemos sós e assim morreremos. Entre o tempo de nascer e morrer viveremos de alegrias e dores, uns com mais outros com menos e feliz aquele que sabe suportar e enfrentar a dor.

Não é o meu caso. Por isso, mesmo sabendo de tudo isso, sofro com o fim na solidão.



Musica: Shania Twain - Don't!
http://www.youtube.com/watch?v=hZwjjaQkaBA

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

João e Maria

Na minha história João e Maria não eram irmãos e sim super amigos.

Se conheceram na escola e apesar de não ter muita coisa em comum não se desgrudavam. Viajavam juntos, estudavam juntos, se falavam várias vezes ao dia no telefone, passeavam...

Cada um tinha um relacionamento sério que em nenhum momento interferiu na amizade e o tempo foi passando, a amizade ficando mais sólida, até que os relacionamentos sérios terminaram, quase um atrás do outro.

Coincidência? Claro!

Maria começou a achar que João poderia ser muito mais do que o seu melhor amigo. Todo mundo que os conheciam achavam que eles eram namorados. Começou a pensar em tudo o que já tinha vivido com João na sua vida. “Se gostavam tanto um do outro, por que não daria certo? Afinal, todas as pessoas que nos conhecem já pensam isso mesmo e os que sabem que é só amizade torcem por casal feliz.” Pensou, Maria.

Ela estava enganada, assim que tirou o foco da amizade e começou a sonhar com um relacionamento, tudo virou de cabeça para baixo. Mudou sua forma de agir e pensar. Começou a ver “sinais” onde não existia, fazia mil planos, planejava mil conversas, tentava encontrar entrelinhas e acabava dando significados loucos das coisas mais simples. Ainda, de vez em quando dava bandeira com suas atitudes.

Mas, sair pra jantar nunca deu certo; viajar então, só nos sonhos abraçada com o travesseiro; conversas de horas no telefone – não tinha mais assunto; os estudos tinham tomado caminhos opostos. Tudo diferente!

Depois de todos os seus planos darem errado, então ela começou a ver que a pergunta que pensara foi errada, o certo era se perguntar:

- Por que daria certo?

A distância só cresceu e Maria nunca teve a coragem de demonstrar nenhuma de suas intenções para João. Talvez, ele tivesse percebido, pelo menos uma vez... alguma mensagem de celular sem remetente aguçou sua desconfiança. As atitudes também ficaram suspeitas.

Mas a verdade é que depois eles se transformaram em dois completos estranhos e toda a história, virou apenas isso: história. Sonhos de amor não realizado e perguntas que ficarão eternamente sem respostas.

E assim, se acaba uma amizade. Pelo menos ninguém se machucou...

Trilha sonora internacional: Need You Now

http://www.youtube.com/watch?v=AJzWNXEQc5A

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

NÃO SÓ NO NATAL...

Se magoou, peça perdão
Se foi magoado, perdoe
Se choras, lembre-se que alguém também chorou por você
Se sorri, algum dia alguém sorriu com você.

O ano passou,como tudo na vida passa
Esse ano você ganhou, perdeu
Chorou, sorriu
Se preocupou, se divertiu
Como todos os anos se passam

A natureza não muda
Todos os anos temos as mesmas preocupações
Também temos desilusões
Mas não é por isso que vamos deixar de viver
Deixar a vida passar em branco

Por isso, nunca deixe alguém em prantos,
Deixe, mas com boas lembranças
Com bons sentimentos
Com sorrisos, não com lágrimas

A vida é curta, tudo passa
Passa a dor, a tristeza, a lembrança da frieza
O que fica é a lembrança, dos momentos
Sejam eles bons ou ruins

Respeite para ser respeitado
Admire para ser admirado
Ame para ser amado
Nunca tripudie os sentimentos alheios
Não deixe alguém que te amou
Ter más lembranças suas

Não só no Natal
Se esforce para que tenham
Boas coisas para pensar em você
Reflita sobre o sentimento que você deixa para trás
Assim, quando chegar a hora e olhar para o filme de sua vida
Terá muitos ao seu lado
Mesmo aqueles que não mais convivem com você
Estarão sempre de braços abertos
Que Deus lhe dê em dobro, tudo que deres para outrem.

Feliz Natal e um Ano Novo cheio de alegrias!!!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ser universitário no Brasil

Quem é universitário no nosso país é porque conseguiu:
• Vencer sua primeira competição - com outros mais de 40 milhões de espermatozóides;
• Não morreu nos primeiros cinco anos - boa parcela morre nessa faixa etária por razões sanitárias ou de inanição;
• Passou pelo primeiro grau;
• Superou o nível médio – a minoria é que o conclui exitosamente.

Ser universitário no nosso país já é ser um sucesso principalmente quando ele é comparado com outros milhões de pessoas que não conseguiram sequer chegar a esse patamar, pois o nível de escolaridade é o mesmo do Zimbábue – em 169º no ranking – o mais atrasado do mundo.