terça-feira, 22 de maio de 2012

O Fim da série HOUSE

Introdução: 
Por que mentimos? Mentimos por ser útil.
A verdade começa com mentiras. Pense nisso.



House fez parte da minha vida pouco depois da série chegar a 4ª temporada. Por muitas vezes senti o que House sentia, sempre tive o sentimento de tristeza, de sentir que não posso ser amada, mas diferente do personagem não conseguia fazer piadas com as situações. Não chegava a ser tão sarcástica. Ao contrário, me derramei em lágrimas em muitos episódios...
As temporadas foram avançando e a minha semelhança também, House era um espelho para mim, quando ele conseguiu ter um romance com a mulher dos seus sonhos, eu também tive um sonho tornado realidade, quando ela terminou com ele e ele ficou super mal, eu também estava na mesma situação. Bem eu não cheguei a ser presa, mas pensei que ia enlouquecer... Até green card chegou na série!!! Uau we´ve got so many things in common! Depois a série chegou ao fim.
Mas esse post não é para falar de mim e sim de House!

Essa série maravilhosa que me acompanhou por anos e fechou com chave de ouro. Quando bater a saudade assistirei novamente para lembrar os bons e maus conselhos... Essa é minha maneira de dizer adeus, uma singela homenagem de fã.
No natal de 2011 uma das opções de presente que dei ao meu “amigo secreto” foi o Livro: O guia oficial de House - Ian Jackman e foi o que eu ganhei.
Ao lê-lo sublinhei algumas partes que me chamaram atenção que define exatamente porque eu AMO essa série.

Prefácio com palavras de Hugh Laurie:
“Pode-se afirmar que a aversão de House a tudo que é pólio e eufemístico fornece ao público mais velho algum alívio diante da hipocrisia do politicamente correto de nosso tempo; também se poderia alegar que ele atrai um público mais jovem por ser antiautoritário, que é como os jovens veem a si mesmos, embora raramente o sejam.”
“Ele pode ser jogar num rio; pode sair em busca da felicidade, como alguém já disse memoravelmente; ou pode fazer piadas sobre isso.”
“Aliviar o sofrimento e fazer a coisa certa são regras que House é obrigado a respeitar; mas ele as cumpre de má vontade, com incerteza, suspeitando de que nada vale a pena, de que tudo não passa de vaidade.”

Fica a dica:
House vale a pena experimentar... não é muito mais que um saco de muffins, mas nunca se sabe – você pode achá-lo interessante.

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